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sábado, 15 de fevereiro de 2020

A mistureba do Haddad

“Não estamos falando de livros da dupla Marx e Hegel, por exemplo, que apavora alguns procuradores de São Paulo.” Artigo do ex-ministro na página A2 da Folha de hoje/sábado.Alguém deve avisar ao petista que a dupla que criou vários livros foi Marx e Engels. Hegel morreu quando Marx tinha 13 anos.....


domingo, 1 de dezembro de 2019

Marx no Leblon

“Na escadaria que servia de arquibancada, o presidente do clube, fiscal de impostos, abraçou-se com o dono do boteco, que sonegava tudo que podia. Se Karl Marx passasse por ali naquela hora, era bem capaz de pegar uma onda, de tanta felicidade.”  Um trecho do excelente livro de Evandro Barreto “Crônicas do Mar em Frente”. Marx adorou o livro e pegou a onda.....kkkkk

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

A utopia do socialismo no século 20.

O trecho de discurso no 20º Congresso do Partido Comunista dos Estados Unidos, em fevereiro de 1956, revela a força da utopia socialista durante todo o século 20.
“A instauração do sistema socialista se processa em um ritmo antes desconhecido na história, na substituição de uma formação social por outra. Com efeito, o feudalismo necessitou de mais de dois séculos para demonstrar sua superioridade sobre o sistema escravista de economia e para consolidar-se como modo de produção dominante. O sistema capitalista de economia precisou, aproximadamente, de um século e meio para demonstrar sua superioridade sobre o sistema feudal, para alcançar um alto nível de desenvolvimento industrial e converter-se em sistema mundial. O sistema socialista, em um terço de século, não somente demonstrou sua absoluta superioridade sobre o capitalismo, mas também se converteu em sistema mundial, que se desenvolve, sem cessar, seguindo uma linha ascendente. “
Vale lembrar trecho de entrevista de Eric Hobsbawn a Beppe Grilo em 2011:
“....acho que talvez se deva considerar um elemento — sobre o qual Marx talvez não concordasse comigo — , mas que esteve sempre presente no marxismo: um elemento de utopia. A crença de que, de um modo ou de outro, a sociedade chegará a uma sociedade melhor, mais humana, do que a sociedade na qual todos vivemos atualmente.”


quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Hobsbawm 2011

A principal vantagem da análise que o marxismo permite fazer é que considera o capitalismo como sistema que abriga contradições internas que periodicamente geram crises de diferentes tipos; e essas crises têm de ser superadas mediante uma transformação básica ou alguma modificação menor do sistema. Trata-se dessa descontinuidade, a assunção de que o capitalismo opera não como sistema que tende a se auto-estabilizar, mas que é sempre instável e eventualmente, portanto, pode gerar grandes mudanças. Esse, me parece, é o principal elemento que ainda sobrevive do marxismo. “
Entrevista de Eric Hobsbawm a Beppe Grillo, em 15/06/2011 quando completava 94 anos.
Mais um trecho da mesma entrevista:
“....acho que talvez se deva considerar um elemento — sobre o qual Marx talvez não concordasse comigo — , mas que esteve sempre presente no marxismo: um elemento de utopia. A crença de que, de um modo ou de outro, a sociedade chegará a uma sociedade melhor, mais humana, do que a sociedade na qual todos vivemos atualmente.”


sábado, 26 de outubro de 2019

Presente!!

“O melhor conhecedor do capitalismo foi um alemão anticapitalista chamado Karl Marx (1818 – 1883). Decifrou-lhe os mistérios e contradições. .............................................
Se a esquerda também lesse Marx , não cometeria os erros que têm sido frequentes em sua história, apesar dos acertos interpretativos da sociologia marxiana.”

Do excelente artigo de José de Souza Martins  no Eu&Fim de Semana (Valor Econômico de 25/10/19.

sábado, 14 de setembro de 2019

Hoje,14 de setembro , aniversário do lançamento do primeiro volume de O Capital, em 1867.
Um destaque para "o fetichismo da mercadoria e o seu segredo"

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Comunismo para crianças

"Um livro para todas as pessoas que desejam um mundo melhor"

Em 2004, a ensaísta alemã Bini Adamczak lançou o livro publicado originalmente com um título diferente do destacado acima (versão inglesa e brasileira). Na publicação germânica o título era “Comunismo: uma pequena história de como tudo finalmente será diferente”.
Nas próximas postagens vamos avaliar o conteúdo.
Para uma reflexão inicial fica um trecho de consistente artigo de Marilia Noleto no Jornal Opção, em julho de 2018, quando do  lançamento em lingua portuguesa:
“A impressão que fica é de que Bini, ao usar a linguagem infantil, trata seus leitores como “alunos do Prézinho”, principalmente aqueles contrários ao comunismo, numa dose de sarcasmo e até mesmo um pouquiiiinho de desdém. É quase como se ela quisesse dizer: “entendeu ou quer que desenhe?”. E por sinal, ela desenha sim! O texto é ilustrado por imagens de sua autoria, com pegada bastante lúdica, garantindo ainda mais leveza e fluidez à leitura, transportando o leitor de volta aos tempos em que se pedia à professora os livros que tinham “figurinhas”. Segue link para íntegra do texto